Depois da Meia Noite

Eu sei lá que horas são. Passa uma, passa duas. Eu te adoro a toda hora. Eu caminho e penso. Eu me deito e penso. Eu almoço e penso. Eu me banho e penso. Eu faço tudo e penso. Sabe onde chegam esses pensamentos? A nós dois. Mas é claro, onde seria? Haveria local mais bonito? Eu duvido, por outro não coloco a minha mão no fogo. Meus neurônios sabem onde querem chegar. Minto. Apenas seguem o meu coração e sua voz quentinha. É ele quem manda. E eu deixo. Deixo, deixo... Já me faltam forças para lutar. Já perdi a razão, já conheci a paixão. Entreguei-me à escuridão e dela surgiu um clarão. A tua luz. A me iluminar, a me guiar, a me apaixonar. Eu te quero, te desejo, te consumo. Meu bem, meu bem, meu bem. Quero-te tão bem. Sou boba, bobinha, bobinha. Sou tua, toda tua. Nua. Não me faça gritar, não me faça soluçar. Apresse o passo, essa tal saudade irá me sufocar.

Comentários

  1. Lembrou-me da música: "Não há tempo que volte, amor, Vamos viver tudo o que há para viver... vamos nos permitir". Da amiga, AVP.

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  2. O ser amado é sempre saudosamente onipresente.
    GK

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  3. Uma "música-lema" da minha vida, com certeza! Beijos AVP!

    Oi GK! Nós sempre "estamos tão longe, tão perto, também."

    Priscilla

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